Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2012

FELIZ ANO NOVO



A todos os leitores e amigos do Blog desejamos um Feliz 2013, cheios de bençãos de Deus.

Esperamos que neste 2013:

1. Possamos valorizar mais os princípios de ética e de honestidade

2. Que nosso governo possa se compadecer do sofrimento de nosso povo e que dê mais atenção a saúde pública, a qualidade na educação e menos a se manter no poder custe o que custar.

3. Que haja menos demagogia e mais amor ao próximo.

4. Que as necessidades do povo sejam colocadas em primeiro lugar em detrimento ao projeto de poder.

5. Que Deus faça com que estes corações dominados pela ganância e pela fome de poder possam ser transformados em corações de amor e sentimento de piedade pelo povo brasileiro.
publicado por Brasil Liberdade e Democracia às 16:34
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Esperamos que neste 2013:

1. Possamos valorizar mais os princípios de ética e de honestidade

2. Que nosso governo possa se compadecer do sofrimento de nosso povo e que dê mais atenção a saúde pública, a qualidade na educação e menos a se manter no poder custe o que custar.

3. Que haja menos demagogia e mais amor ao próximo.

4. Que as necessidades do povo sejam colocadas em primeiro lugar em detrimento ao projeto de poder.

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3. Que haja menos demagogia e mais amor ao próximo.

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3. Que haja menos demagogia e mais amor ao próximo.

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2. Que nosso governo possa se compadecer do sofrimento de nosso povo e que dê mais atenção a saúde pública, a qualidade na educação e menos a se manter no poder custe o que custar.

3. Que haja menos demagogia e mais amor ao próximo.

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Domingo, 30 de Dezembro de 2012

Dez anos de PT no governo - Dez anos de Retrocesso - Resposta ao artigo de Dilma Rousseff a Folha de São Paulo


Antes de responder o artigo de Dilma Rousseff a Folha de São Paulo, quero registrar, que para a maioria esmagadora do povo brasileiro, o maior legado que o PT nos deixa são dez anos de corrupção desenfreada nos mais altos escalões do governo.
Isto não significa que o PT não venceria e com folga, outras eleições. significa que temos uma oposição inoperante e que também está comprometida com a corrupção e a impunidade. Significa que ainda não caímos na realidade de quanto a demagogia do PT vai custar para as gerações futuras. No fim dos comentários do artigo, mostraremos o início dos sinais deste grande custo para nossos filhos e netos.
Dez anos de avanços
Não são dez anos de avanços. mas sim de retrocessos.
O desafio para os próximos anos é, simultaneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade da economia do nosso país
Os dez anos de governos liderados pelo Partido dos Trabalhadores marcam a incorporação de uma nova agenda para o Brasil.
Uma agenda perversa. Em dez anos de governo, em nome da governabilidade, a corrupção se tornou endêmica. A qualidade dos serviços prestados pelo governo a população, como saúde pública, educação e segurança pioraram a olhos vistos. A agenda do PT é uma agenda de poder e não de governo. Temos uma das mais altas cargas tributárias do mundo e um mais baixo retorno em forma de benefícios sociais para a população.
O combate à desigualdade social passou a ser uma política de Estado, e não mais uma ação emergencial. Os governos do presidente Lula e o meu priorizaram a educação, a saúde e a habitação para todos, a retomada dos investimentos públicos em infraestrutura e a competitividade da economia.
O combate a desigualdade social continua s ser uma ação paternalista, emergencial com fins eleitoreiros. Fosse esta política uma política de estado, não teríamos um número crescente de famílias atendidas pelo Bolsa Família, mas sim uma redução neste número pois as pessoas estariam aptas a se desenvolverem socialmente por si próprias. Se a saúde, a educação e habitação para todos fosse uma realidade não teríamos pessoas morrendo sem atendimento nas filas do SUS nem a necessidade de importarmos mão de obra especializada devido a má qualidade de nosso ensino público.
Na última década, raros são os países que, como o Brasil, podem se orgulhar de oferecer um futuro melhor para os seus jovens. A crise financeira, iniciada em 2007, devastou milhões de empregos e esperanças no mundo desenvolvido.
Países como a Coréia do Sul, China, África do Sul, Índia, tem oferecido um futuro melhor para seus jovens, basta ver o crescimento do seu produto interno bruto e o aumento da renda média do trabalhador. Isto fruto nos investimentos feitos em educação e desenvolvimento profissional, que não tem ocorrido no Brasil. O aumento do PIB no Brasil neste último ano foi o segundo pior da América do Sul.
No Brasil, ocorreu o contrário. Cerca de 40 milhões de pessoas foram incorporadas à chamada nova classe média, no maior movimento de ascensão social da história do país. A miséria extrema passou a ser combatida com uma ação sistemática de apoio às famílias mais pobres e com filhos jovens.
A verdadeira ascensão social ocorre quando a população mais pobre é incorporada a classe média, não através de donativos do governo, mas sim quando qualificadas a conquistar uma remuneração maior graças ao seu trabalho qualificado, graças a qualidade da educação recebida. Se amanhã o Brasil não tiver mais recursos para alimentar o Bolsa Família, todo este ganho social volta atrás. Não é um ganho permanente.
Através do programa Brasil Carinhoso, somente em 2012 retiramos da pobreza extrema 16,4 milhões de brasileiros. Entre 2003 e 2012, a renda média do brasileiro cresceu de forma constante e a desigualdade caiu ano a ano. Nesta década, foram criados, sem perda de direitos trabalhistas, 19,4 milhões de novos empregos, sendo 4 milhões apenas nos últimos dois anos.
O número no aumento de empregos vem crescendo desde 1994 quando foi implantado o Plano Real e a economia saneada, apesar da oposição do PT na época.  Graças a Deus Luiz Inácio Lula da Silva manteve o Plano Real como foi desenvolvido por FHC. No entanto temos visto um grande retrocesso nos últimos anos, com uma maior intervenção do governo na economia e com a paralisação das privatizações que tanto beneficiaram o Brasil. Só um exemplo a área de telefonia.
Reconhecer os avanços dos últimos dez anos significa também reconhecer que eles foram construídos sobre uma base sólida. Desde o fim do regime de exceção, cada presidente enfrentou os desafios do seu tempo. Eles consolidaram o Estado democrático de Direito, o funcionamento independente das instituições e a estabilidade econômica.
Finalmente Dilma Rousseff reconhece que o governo FHC, através da construção de uma sólida base econômica, o Plano Real, deu ao futuro governo petista a possibilidade de colher os frutos plantados nos governos anteriores. Porém a falta de cuidado com a qualidade da educação pública e a saúde pública, bem como o aumento da intervenção do estado representam um grave revés a todo o esforço anteriormente feito.
Acredito que os futuros governos tratarão como conquistas de toda a população nossos programas de educação -como o Pronatec, de formação técnica, o ProUni e o Ciência Sem Fronteiras- e de eficiência do Estado -como os mecanismos de monitoramento de projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e a transparência na prestação de contas da Lei de Acesso à Informação.
Infelizmente Dilma Rousseff não reconhece que o maior calcanhar de Aquilies para o desenvolvimento do Brasil é a qualidade da educação. Não basta encher as escolas e faculdades de alunos se não há recursos para a qualidade da educação. Um diploma sem o lastro de uma educação de qualidade é apensa um pedaço de papel sem valor.
O Brasil que emerge dos últimos dez anos é um país mais inclusivo e sólido economicamente. O objetivo do meu governo é aprofundar estas conquistas.
Para tornar o Brasil mais inclusivo e sólido são necessárias mudanças profundas no Estado Brasileiro, a começar por uma revolução  ética e cultural. Abandono da demagogia barata, e a inclusão social séria das camadas mais pobres da população no processo produtivo de forma permanente e sólida.
O desafio que se impõe para os próximos anos é, simultaneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade da nossa economia. O meu governo tem enfrentado estas duas questões. Temos um compromisso inadiável com a redução da desigualdade social, nossa mancha histórica.
Concordo com a presidente quando diz que os desafios para os próximos dez anos é. simultâneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade do nosso pais, em dez anos de governo PT isto não ocorreu. Os programas sociais são paternalistas, não são duradouros e a intervenção governamental na economia tem afugentado investimentos no Brasil.
Ao longo de 2012, lançamos planos de concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, que abrem as condições para um novo ciclo virtuoso de investimento produtivo. Reduzimos a carga tributária, ampliamos as desonerações na folha de pagamento e, em 2013, iremos baratear a tarifa de energia.
Abaixo um gráfico desmentindo a presidente Dilma Rousseff. A carga tributária tem crescido enormente em relação ao PIB nos últimos dez anos.
E afetando, de forma perversa, mais as classes sociais de menos nível de remuneração.

São medidas fundamentais para aumentar a competitividade das empresas brasileiras e gerar as condições de um crescimento sustentável.
A últimas intervenções do governo na economia tem afugentado os investimentos e prejudicado a competitividade das empresas brasileiras, bem como a alta carga tributária em relação ao PIB, uma das maiores do mundo.
Iremos aproveitar a exploração do pré-sal para concentrar recursos na educação, que gera oportunidades para os cidadãos e melhora a qualificação da nossa força de trabalho.
O pré sal é a demagogia mais frequente utilizada por este governo. Investimentos na educação não são feitos, não por falta de recursos, mas por incompetência e por desvios de verbas através da corrupção desenfreada em benefício do PT, sua base aliada e seus integrantes. 
É a educação a base que irá nos transformar em um país socialmente menos injusto e economicamente mais desenvolvido. Um Brasil socialmente menos desigual, economicamente mais competitivo e mais educado. Um país que possa continuar se orgulhando de oferecer às novas gerações oportunidades de vida cada vez melhores. Um país melhor para todos.
Concordo que a educação é a base que irá nos transformar em um país socialmente menos injusto e economicamente mais desenvolvido. Mas não é isto que temos testemunhado nestes últimos dez anos. A qualidade da educação piora a olhos vistos, tanto que estamos tendo de importar mão de obra qualificada.
Tenho certeza que estamos no rumo certo.
Estou certo, que com o PT no poder, estamos regredindo a olhos vistos dia a dia.
Ou o Brasil acaba com o PT ou o PT acaba com o Brasil!
publicado por Brasil Liberdade e Democracia às 21:30
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Dez anos de PT no governo - Dez anos de Retrocesso - Resposta ao artigo de Dilma Rousseff a Folha de São Paulo


Antes de responder o artigo de Dilma Rousseff a Folha de São Paulo, quero registrar, que para a maioria esmagadora do povo brasileiro, o maior legado que o PT nos deixa são dez anos de corrupção desenfreada nos mais altos escalões do governo.
Isto não significa que o PT não venceria e com folga, outras eleições. significa que temos uma oposição inoperante e que também está comprometida com a corrupção e a impunidade. Significa que ainda não caímos na realidade de quanto a demagogia do PT vai custar para as gerações futuras. No fim dos comentários do artigo, mostraremos o início dos sinais deste grande custo para nossos filhos e netos.
Dez anos de avanços
Não são dez anos de avanços. mas sim de retrocessos.
O desafio para os próximos anos é, simultaneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade da economia do nosso país
Os dez anos de governos liderados pelo Partido dos Trabalhadores marcam a incorporação de uma nova agenda para o Brasil.
Uma agenda perversa. Em dez anos de governo, em nome da governabilidade, a corrupção se tornou endêmica. A qualidade dos serviços prestados pelo governo a população, como saúde pública, educação e segurança pioraram a olhos vistos. A agenda do PT é uma agenda de poder e não de governo. Temos uma das mais altas cargas tributárias do mundo e um mais baixo retorno em forma de benefícios sociais para a população.
O combate à desigualdade social passou a ser uma política de Estado, e não mais uma ação emergencial. Os governos do presidente Lula e o meu priorizaram a educação, a saúde e a habitação para todos, a retomada dos investimentos públicos em infraestrutura e a competitividade da economia.
O combate a desigualdade social continua s ser uma ação paternalista, emergencial com fins eleitoreiros. Fosse esta política uma política de estado, não teríamos um número crescente de famílias atendidas pelo Bolsa Família, mas sim uma redução neste número pois as pessoas estariam aptas a se desenvolverem socialmente por si próprias. Se a saúde, a educação e habitação para todos fosse uma realidade não teríamos pessoas morrendo sem atendimento nas filas do SUS nem a necessidade de importarmos mão de obra especializada devido a má qualidade de nosso ensino público.
Na última década, raros são os países que, como o Brasil, podem se orgulhar de oferecer um futuro melhor para os seus jovens. A crise financeira, iniciada em 2007, devastou milhões de empregos e esperanças no mundo desenvolvido.
Países como a Coréia do Sul, China, África do Sul, Índia, tem oferecido um futuro melhor para seus jovens, basta ver o crescimento do seu produto interno bruto e o aumento da renda média do trabalhador. Isto fruto nos investimentos feitos em educação e desenvolvimento profissional, que não tem ocorrido no Brasil. O aumento do PIB no Brasil neste último ano foi o segundo pior da América do Sul.
No Brasil, ocorreu o contrário. Cerca de 40 milhões de pessoas foram incorporadas à chamada nova classe média, no maior movimento de ascensão social da história do país. A miséria extrema passou a ser combatida com uma ação sistemática de apoio às famílias mais pobres e com filhos jovens.
A verdadeira ascensão social ocorre quando a população mais pobre é incorporada a classe média, não através de donativos do governo, mas sim quando qualificadas a conquistar uma remuneração maior graças ao seu trabalho qualificado, graças a qualidade da educação recebida. Se amanhã o Brasil não tiver mais recursos para alimentar o Bolsa Família, todo este ganho social volta atrás. Não é um ganho permanente.
Através do programa Brasil Carinhoso, somente em 2012 retiramos da pobreza extrema 16,4 milhões de brasileiros. Entre 2003 e 2012, a renda média do brasileiro cresceu de forma constante e a desigualdade caiu ano a ano. Nesta década, foram criados, sem perda de direitos trabalhistas, 19,4 milhões de novos empregos, sendo 4 milhões apenas nos últimos dois anos.
O número no aumento de empregos vem crescendo desde 1994 quando foi implantado o Plano Real e a economia saneada, apesar da oposição do PT na época.  Graças a Deus Luiz Inácio Lula da Silva manteve o Plano Real como foi desenvolvido por FHC. No entanto temos visto um grande retrocesso nos últimos anos, com uma maior intervenção do governo na economia e com a paralisação das privatizações que tanto beneficiaram o Brasil. Só um exemplo a área de telefonia.
Reconhecer os avanços dos últimos dez anos significa também reconhecer que eles foram construídos sobre uma base sólida. Desde o fim do regime de exceção, cada presidente enfrentou os desafios do seu tempo. Eles consolidaram o Estado democrático de Direito, o funcionamento independente das instituições e a estabilidade econômica.
Finalmente Dilma Rousseff reconhece que o governo FHC, através da construção de uma sólida base econômica, o Plano Real, deu ao futuro governo petista a possibilidade de colher os frutos plantados nos governos anteriores. Porém a falta de cuidado com a qualidade da educação pública e a saúde pública, bem como o aumento da intervenção do estado representam um grave revés a todo o esforço anteriormente feito.
Acredito que os futuros governos tratarão como conquistas de toda a população nossos programas de educação -como o Pronatec, de formação técnica, o ProUni e o Ciência Sem Fronteiras- e de eficiência do Estado -como os mecanismos de monitoramento de projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e a transparência na prestação de contas da Lei de Acesso à Informação.
Infelizmente Dilma Rousseff não reconhece que o maior calcanhar de Aquilies para o desenvolvimento do Brasil é a qualidade da educação. Não basta encher as escolas e faculdades de alunos se não há recursos para a qualidade da educação. Um diploma sem o lastro de uma educação de qualidade é apensa um pedaço de papel sem valor.
O Brasil que emerge dos últimos dez anos é um país mais inclusivo e sólido economicamente. O objetivo do meu governo é aprofundar estas conquistas.
Para tornar o Brasil mais inclusivo e sólido são necessárias mudanças profundas no Estado Brasileiro, a começar por uma revolução  ética e cultural. Abandono da demagogia barata, e a inclusão social séria das camadas mais pobres da população no processo produtivo de forma permanente e sólida.
O desafio que se impõe para os próximos anos é, simultaneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade da nossa economia. O meu governo tem enfrentado estas duas questões. Temos um compromisso inadiável com a redução da desigualdade social, nossa mancha histórica.
Concordo com a presidente quando diz que os desafios para os próximos dez anos é. simultâneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade do nosso pais, em dez anos de governo PT isto não ocorreu. Os programas sociais são paternalistas, não são duradouros e a intervenção governamental na economia tem afugentado investimentos no Brasil.
Ao longo de 2012, lançamos planos de concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, que abrem as condições para um novo ciclo virtuoso de investimento produtivo. Reduzimos a carga tributária, ampliamos as desonerações na folha de pagamento e, em 2013, iremos baratear a tarifa de energia.
Abaixo um gráfico desmentindo a presidente Dilma Rousseff. A carga tributária tem crescido enormente em relação ao PIB nos últimos dez anos.
E afetando, de forma perversa, mais as classes sociais de menos nível de remuneração.

São medidas fundamentais para aumentar a competitividade das empresas brasileiras e gerar as condições de um crescimento sustentável.
A últimas intervenções do governo na economia tem afugentado os investimentos e prejudicado a competitividade das empresas brasileiras, bem como a alta carga tributária em relação ao PIB, uma das maiores do mundo.
Iremos aproveitar a exploração do pré-sal para concentrar recursos na educação, que gera oportunidades para os cidadãos e melhora a qualificação da nossa força de trabalho.
O pré sal é a demagogia mais frequente utilizada por este governo. Investimentos na educação não são feitos, não por falta de recursos, mas por incompetência e por desvios de verbas através da corrupção desenfreada em benefício do PT, sua base aliada e seus integrantes. 
É a educação a base que irá nos transformar em um país socialmente menos injusto e economicamente mais desenvolvido. Um Brasil socialmente menos desigual, economicamente mais competitivo e mais educado. Um país que possa continuar se orgulhando de oferecer às novas gerações oportunidades de vida cada vez melhores. Um país melhor para todos.
Concordo que a educação é a base que irá nos transformar em um país socialmente menos injusto e economicamente mais desenvolvido. Mas não é isto que temos testemunhado nestes últimos dez anos. A qualidade da educação piora a olhos vistos, tanto que estamos tendo de importar mão de obra qualificada.
Tenho certeza que estamos no rumo certo.
Estou certo, que com o PT no poder, estamos regredindo a olhos vistos dia a dia.
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Dez anos de PT no governo - Dez anos de Retrocesso - Resposta ao artigo de Dilma Rousseff a Folha de São Paulo


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Isto não significa que o PT não venceria e com folga, outras eleições. significa que temos uma oposição inoperante e que também está comprometida com a corrupção e a impunidade. Significa que ainda não caímos na realidade de quanto a demagogia do PT vai custar para as gerações futuras. No fim dos comentários do artigo, mostraremos o início dos sinais deste grande custo para nossos filhos e netos.
Dez anos de avanços
Não são dez anos de avanços. mas sim de retrocessos.
O desafio para os próximos anos é, simultaneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade da economia do nosso país
Os dez anos de governos liderados pelo Partido dos Trabalhadores marcam a incorporação de uma nova agenda para o Brasil.
Uma agenda perversa. Em dez anos de governo, em nome da governabilidade, a corrupção se tornou endêmica. A qualidade dos serviços prestados pelo governo a população, como saúde pública, educação e segurança pioraram a olhos vistos. A agenda do PT é uma agenda de poder e não de governo. Temos uma das mais altas cargas tributárias do mundo e um mais baixo retorno em forma de benefícios sociais para a população.
O combate à desigualdade social passou a ser uma política de Estado, e não mais uma ação emergencial. Os governos do presidente Lula e o meu priorizaram a educação, a saúde e a habitação para todos, a retomada dos investimentos públicos em infraestrutura e a competitividade da economia.
O combate a desigualdade social continua s ser uma ação paternalista, emergencial com fins eleitoreiros. Fosse esta política uma política de estado, não teríamos um número crescente de famílias atendidas pelo Bolsa Família, mas sim uma redução neste número pois as pessoas estariam aptas a se desenvolverem socialmente por si próprias. Se a saúde, a educação e habitação para todos fosse uma realidade não teríamos pessoas morrendo sem atendimento nas filas do SUS nem a necessidade de importarmos mão de obra especializada devido a má qualidade de nosso ensino público.
Na última década, raros são os países que, como o Brasil, podem se orgulhar de oferecer um futuro melhor para os seus jovens. A crise financeira, iniciada em 2007, devastou milhões de empregos e esperanças no mundo desenvolvido.
Países como a Coréia do Sul, China, África do Sul, Índia, tem oferecido um futuro melhor para seus jovens, basta ver o crescimento do seu produto interno bruto e o aumento da renda média do trabalhador. Isto fruto nos investimentos feitos em educação e desenvolvimento profissional, que não tem ocorrido no Brasil. O aumento do PIB no Brasil neste último ano foi o segundo pior da América do Sul.
No Brasil, ocorreu o contrário. Cerca de 40 milhões de pessoas foram incorporadas à chamada nova classe média, no maior movimento de ascensão social da história do país. A miséria extrema passou a ser combatida com uma ação sistemática de apoio às famílias mais pobres e com filhos jovens.
A verdadeira ascensão social ocorre quando a população mais pobre é incorporada a classe média, não através de donativos do governo, mas sim quando qualificadas a conquistar uma remuneração maior graças ao seu trabalho qualificado, graças a qualidade da educação recebida. Se amanhã o Brasil não tiver mais recursos para alimentar o Bolsa Família, todo este ganho social volta atrás. Não é um ganho permanente.
Através do programa Brasil Carinhoso, somente em 2012 retiramos da pobreza extrema 16,4 milhões de brasileiros. Entre 2003 e 2012, a renda média do brasileiro cresceu de forma constante e a desigualdade caiu ano a ano. Nesta década, foram criados, sem perda de direitos trabalhistas, 19,4 milhões de novos empregos, sendo 4 milhões apenas nos últimos dois anos.
O número no aumento de empregos vem crescendo desde 1994 quando foi implantado o Plano Real e a economia saneada, apesar da oposição do PT na época.  Graças a Deus Luiz Inácio Lula da Silva manteve o Plano Real como foi desenvolvido por FHC. No entanto temos visto um grande retrocesso nos últimos anos, com uma maior intervenção do governo na economia e com a paralisação das privatizações que tanto beneficiaram o Brasil. Só um exemplo a área de telefonia.
Reconhecer os avanços dos últimos dez anos significa também reconhecer que eles foram construídos sobre uma base sólida. Desde o fim do regime de exceção, cada presidente enfrentou os desafios do seu tempo. Eles consolidaram o Estado democrático de Direito, o funcionamento independente das instituições e a estabilidade econômica.
Finalmente Dilma Rousseff reconhece que o governo FHC, através da construção de uma sólida base econômica, o Plano Real, deu ao futuro governo petista a possibilidade de colher os frutos plantados nos governos anteriores. Porém a falta de cuidado com a qualidade da educação pública e a saúde pública, bem como o aumento da intervenção do estado representam um grave revés a todo o esforço anteriormente feito.
Acredito que os futuros governos tratarão como conquistas de toda a população nossos programas de educação -como o Pronatec, de formação técnica, o ProUni e o Ciência Sem Fronteiras- e de eficiência do Estado -como os mecanismos de monitoramento de projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e a transparência na prestação de contas da Lei de Acesso à Informação.
Infelizmente Dilma Rousseff não reconhece que o maior calcanhar de Aquilies para o desenvolvimento do Brasil é a qualidade da educação. Não basta encher as escolas e faculdades de alunos se não há recursos para a qualidade da educação. Um diploma sem o lastro de uma educação de qualidade é apensa um pedaço de papel sem valor.
O Brasil que emerge dos últimos dez anos é um país mais inclusivo e sólido economicamente. O objetivo do meu governo é aprofundar estas conquistas.
Para tornar o Brasil mais inclusivo e sólido são necessárias mudanças profundas no Estado Brasileiro, a começar por uma revolução  ética e cultural. Abandono da demagogia barata, e a inclusão social séria das camadas mais pobres da população no processo produtivo de forma permanente e sólida.
O desafio que se impõe para os próximos anos é, simultaneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade da nossa economia. O meu governo tem enfrentado estas duas questões. Temos um compromisso inadiável com a redução da desigualdade social, nossa mancha histórica.
Concordo com a presidente quando diz que os desafios para os próximos dez anos é. simultâneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade do nosso pais, em dez anos de governo PT isto não ocorreu. Os programas sociais são paternalistas, não são duradouros e a intervenção governamental na economia tem afugentado investimentos no Brasil.
Ao longo de 2012, lançamos planos de concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, que abrem as condições para um novo ciclo virtuoso de investimento produtivo. Reduzimos a carga tributária, ampliamos as desonerações na folha de pagamento e, em 2013, iremos baratear a tarifa de energia.
Abaixo um gráfico desmentindo a presidente Dilma Rousseff. A carga tributária tem crescido enormente em relação ao PIB nos últimos dez anos.
E afetando, de forma perversa, mais as classes sociais de menos nível de remuneração.

São medidas fundamentais para aumentar a competitividade das empresas brasileiras e gerar as condições de um crescimento sustentável.
A últimas intervenções do governo na economia tem afugentado os investimentos e prejudicado a competitividade das empresas brasileiras, bem como a alta carga tributária em relação ao PIB, uma das maiores do mundo.
Iremos aproveitar a exploração do pré-sal para concentrar recursos na educação, que gera oportunidades para os cidadãos e melhora a qualificação da nossa força de trabalho.
O pré sal é a demagogia mais frequente utilizada por este governo. Investimentos na educação não são feitos, não por falta de recursos, mas por incompetência e por desvios de verbas através da corrupção desenfreada em benefício do PT, sua base aliada e seus integrantes. 
É a educação a base que irá nos transformar em um país socialmente menos injusto e economicamente mais desenvolvido. Um Brasil socialmente menos desigual, economicamente mais competitivo e mais educado. Um país que possa continuar se orgulhando de oferecer às novas gerações oportunidades de vida cada vez melhores. Um país melhor para todos.
Concordo que a educação é a base que irá nos transformar em um país socialmente menos injusto e economicamente mais desenvolvido. Mas não é isto que temos testemunhado nestes últimos dez anos. A qualidade da educação piora a olhos vistos, tanto que estamos tendo de importar mão de obra qualificada.
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